Iniciativa do MPF/RO é vencedora do Prêmio CNMP 2017

Iniciativas do MPF foram reconhecidas em três das categorias

Na noite de ontem, 2, foram revelados os vencedores do Prêmio CNMP 2017. O presidente da ANPR, José Robalinho Cavalcanti, acompanhou a solenidade, que ocorreu durante a abertura do 8º Congresso Brasileiro de Gestão do Ministério Público. Na ocasião, foram reconhecidas 27 práticas, em nove categorias: Defesa dos Direitos Fundamentais; Transformação Social; Indução de Políticas Públicas; Redução da Criminalidade; Redução da Corrupção; Unidade e Eficiência da Atuação Institucional e Operacional; Comunicação e Relacionamento; Profissionalização da Gestão; e Tecnologia da Informação.

Iniciativas do Ministério Público Federal foram reconhecidas em três das categorias. O trabalho do procurador da República Reginaldo Trindade (PR/RO) levou o primeiro lugar em “Defesa dos Direitos Fundamentais” com o projeto “A luta para salvar uma comunidade indígena da Amazônia brasileira”. O trabalho aborda questões ligadas ao povo Cinta Larga, que há muito sofre com a exploração de diamantes em suas terras. O MPF/RO estabeleceu uma parceria intitulada Grupo CLAMOR (Cinta Larga: Amigos em Movimento pelo Resgate), por meio da qual buscou romper com a história de omissão e indignidade contra o povo indígena.

Segundo Reginaldo Trindade, “fazer a diferença entre um passado/presente de omissões e um futuro de esperança é a nossa meta”. Em 2014, a ação foi finalista do Prêmio República, promovido pela ANPR, e desde então vem sendo ampliada. Outras duas práticas do MPF figuraram a lista de finalistas do Prêmio CNMP. Na categoria Unidade e Eficiência da Atuação Institucional e Operacional, o “Sisconta Eleitoral 2017” ficou em segundo lugar. O “Projeto sittel 2017” também ocupou a segunda posição, na categoria Tecnologia da Informação.

Confira a lista completa dos vencedores.

Sobre a premiação – Lançado em 2013, o Prêmio CNMP está na quinta edição. Este ano, 1.077 projetos do Ministério Público de todo o país foram inscritos, entre os quais 27 compuseram a lista de finalistas das nove categorias da premiação.

Integram a Comissão Julgadora desta edição os conselheiros do CNMP, a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), as associações de classe do MP, as escolas do MP, representantes da comunidade acadêmica, do Poder Judiciário, do Senado Federal, da Câmara dos Deputados, do Ministério dos Direitos Humanos, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), de organizações dos movimentos sociais, de organizações não-governamentais e da Associação Brasileira de Imprensa (ABI).

O Prêmio CNMP foi criado para dar visibilidade aos programas e projetos do Ministério Público brasileiro que mais se destacaram na concretização dos objetivos do Planejamento Estratégico Nacional do MP.