Inês Virgínia é empossada no TRF3

Ela ocupa vaga pelo quinto constitucional

Ocorreu nesta sexta-feira, 16, a posse da desembargadora federal Inês Virgínia Prado Soares, no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3). O presidente da ANPR, José Robalinho Cavalcanti, e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, participaram do evento.

A procuradora regional da República foi nomeada desembargadora federal do TRF3 por decreto da Presidência da República publicado no dia 22 de fevereiro, no Diário Oficial da União. Ela ocupa a vaga destinada a membro do Ministério Público Federal (MPF), pelo quinto constitucional, decorrente da aposentadoria da desembargadora federal Cecília Mello.

Sobre o quinto constitucional, Robalinho destacou ser um espaço necessário, importante e que deve ser ocupado, mas com certo lamento pela saída de uma colega valorosa. “Inês representará muito bem o espírito, os ideais e a experiência do MPF junto ao poder Judiciário. Se a perdemos, ganha o país e o interesse público com esta mescla de experiências e visões”, disse.

Saiba mais - Inês Virgínia Prado Soares é membro do MPF desde 1997. Atua na Procuradoria Regional da República (PRR3) desde 2012, quando foi promovida por merecimento ao cargo de procuradora regional da República. É coordenadora do Núcleo dos Ofícios Criminais da PRR3.

No segundo grau, sempre oficiou em matéria da área criminal, exercendo, atualmente, a coordenação do Núcleo Criminal da PRR3, sendo também a representante da 2ª Câmara de Coordenação de Revisão do Ministério Público Federal junto à unidade.

A nova desembargadora é sergipana e se graduou em Direito pela Universidade Federal do Ceará, em 1990. Tem mestrado e doutorado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) e realizou pesquisa de pós-doutorado no Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da Universidade de São Paulo (USP). A procuradora regional também liderou a lista sêxtupla elaborada em votação pelos membros do MPF, tendo recebido 475 votos (78,50% dos votos dos procuradores da república votantes).

Foi finalista do Prêmio Jabuti na categoria Direito com o livro Direitos Humanos Atual. É autora de três livros: “Proteção Jurídica do Patrimônio Arqueológico no Brasil” (Habilis Editora, 2007), “Direito ao (do) Patrimônio Cultural Brasileiro” (Editora Fórum, 2009) e “Crimes contra os Bens Culturais” (Selo Planeta Verde, 2017). Coordenou também diversas coletâneas jurídicas.

Com informações da Assessoria de Comunicação Social do TRF3.